sábado, 16 de agosto de 2008

O meu loureiro

Há no jardim um loureiro
que nunca foi semeado
que dá louro prazenteiro,
o meu louro bem-amado.

Serve para por na comida
e lhe dá bom paladar
e dá gosto á minha vida
se do Louro me lembrar.

Oh! Louro, meu Louro lindo
que linda é a tua cor
mais porque me lembra ainda
o nome do meu amor.

Oh! Meu amor, Louro és.
tudo que eu quero existir,
só porque estou a teus pés,
passo as noites sem dormir.

O corpo duma mulher
deve ser bem respeitado
pois não é uma qualquer
esta que está a teu lado.

Sou a mulher que mereces
se a souberes respeitar.
Sabes bem que não me esqueces
e te saberei amar.

Eu não sou uma qualquer
e para ti queria viver
como marido e mulher
se me souberes compreender.

Tu és folha de louro
ou a folha do loureiro,
és para mim um tesouro,
o meu Louro verdadeiro.

É um Louro verdadeiro
este meu amor assim
pois plantei um loureiro
no canteiro do jardim.

Eu assim fico feliz
ao ver-te no meu canteiro,
o meu louro de raíz
o meu amor verdadeiro.

Eu não posso esquecer
este meu Louro querido
e por ele irei morrer
se por ele for esquecido.

Eu não quero mais tirar
o Louro da minha vida
nem sequer posso pensar
que dele estou esquecida.

Se amor em ti eu vi
o meu amor verdadeiro
permanece sempre aqui
criado no meu canteiro.

Oh! Meu Louro, meu Loureiro
criado no meu jardim,
no amor foste o primeiro,
serás tudo para mim.

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