Vi a imensidão do mar
dum azul esverdeado
sem ondas a agitar
e o vento estonteado.
O céu azul tão lindo,
um belo barco flutuando.
Aquele mar infido,
sempre ao sol cintilando.
Crianças a brincar
nessas ondas serenas,
com o sol a tostar
as suas peles morenas.
A tarde foi chegando
e com ela a a saudade
estive a vida pensando
na minha mocidade.
Quem me dera ser criança
e em nada pensar.
Vivendo na esperança,
brincar, sempre brincar.
sábado, 16 de agosto de 2008
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