Amor, vou-me agora deitar
e queria meu corpo descansar.
Oh! Mas esta cabeça.
Oh! Mas este coração.
Levo a noite a pensar
só nesta solidão,
com medo que endoideça.
Porque não dizes nada?
Acaso me esqueceste?
Não posso estar calada,
tudo me prometeste.
São promessas; mais nada.
Oh! Se é essa a razão,
tu não tens coração.
Tu sabes que te amo
e que te quero muito.
Mas não sei esperar.
É uma vida de enganos
que me está a torturar.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
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