segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Aos meus filhos

Tive quatro rosas lindas
Nesta roseira tão brava
dois cravos, lindos amores
E que eu tanto adorava

Cresceram, foram enlevo
Do meu pobre coração
Em tantas horas alegria
E noutras desilusão

Via sempre a alegria
deste meu triste penar
Todo o amor que em mim havia
A elas quis ofertar

Deixei tanta e tanta vez
De comer para lhes dar
Não eram duas nem três
Eram seis para sustentar

Hoje encontro-me sózinha
Nesta vida a magicar
Não sei se foi sina minha
Se calvário para passar

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